terça-feira, 9 de setembro de 2014

Carrapatos - Carol surtada - O teste da bolinha

Sempre soubemos que o maior pânico da Carol depois das abelhas, é encontrar-um-carrapato-no-Conan -> abelhaS, assim mesmo no plural, pq segundo a Lei de Murphy nº 1.237 'uma desgraça nunca vem sozinha', assim sendo, elas sempre ATACAM (entenda-se 'passam perto' - mas muuuuito perto mesmo, diga-se de passagem) a minha doninha em bandos de 2 ou 3, praticamente um enxame. Voltando: Olha, nem em mim (oi! Fred falando) ela surta tanto quanto quando ela acha um carrapato grudado no Conan - chega a dar inveja; da preocupação dela com ele, não do carrapato, que fique claro. Sim, na media da equação sou ciumento + sou menor, logo: preciso de muito super mega mais atenção, óbvio. Acho que isso se deve a ele já ter sido contaminado pela 'doença do carrapato' tempos atrás, imagino. Espera aí: mas EU TAMBÉM posso ser contaminado, também sou cachorro, peludo, irresistível a pulgas e outros seres asquerosos tal qual...mas ela só se preocupa com ele, como se ele fosse mais suscetível do que eu. Vai ver é porque ela me considera mais esperto, mais atento, mais limpo..( e estou sendo modesto, juro - #sóquenãohuahuahua ). Tá, prefiro achar que é isso e não que eu seja preterido. Pre-te-ri-do...Será? Naaahhh.. Voltando: Semana retrasada aconteceu: ela pegou um carrapato nele - mas cara, era O SENHOR carrapato, até eu fiquei impressionado, pensa num carrapato grande..não, é mais! - disse ela que era ''um carrapato fêmea'' ( fiquei imaginando umA carrapatA de lacinho rosa e saia rodada, enfim...) Voltando: Ela surtou: FABIÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃNO, CORRE AQUIIII!!! Fabiano: Que foi amor....( parado no mesmo lugar em algum lugar distante no quarto, repetindo mentalmente 'o que foi amor?') Ela surtada: AMOOOOOOOORRR, CORRE AQUIIIII! (querendo que ele chegasse à velocidade da luz no andar de cima) Fabiano: Que foi amor...(andando calmamente e, mais calmamente ainda, pensando 'o que será agora?') Ela ainda surtada: OLHA-ISSO! MEU-DEUS! LIGEIRO-VEM-AQUI! - sério, ela estava AOS-BERROS. Fabiano: O que foi? (andando mais calmamente ainda, porém curioso, e pensando ''eu detesto quando ela faz isso, pq não fala logo o que é? Eu escuto a super longa distância que separa o quarto da sala de cima...'') - mas enfim, ele chega ao recinto. consideração I: ele detesta mesmo quando ela faz isso de gritar várias vezes por ele sem dizer por quê; consideração II: ele realmente tem ouvido apurado 'dentro de casa'; consideração III: ela gritaria uma vez só, o que seria ótimo para nossa audição canina bastante sensível e mais apurada que a do Fabiano, eu garanto; consideração IV: carrapatos são sim uma ameaça ao planeta, ele deveria saber disso. Voltando: Ela mais surtada: CORRE, OLHA QUE BAAAITA CARRAPATO! LIGEIRO, PEGA ALI UM PAPEL...- assim, ainda aos berros, mesmo com ele já do nosso lado - AI MEU DEUS, BAITA CARRAPATÃO, COMO VOU TIRAR ISSO AGORA ? eu penso: 'tirando ora...e para de gritar por favor?' para conhecimento: Conan está esticado no colo da Carol, numa posição deprimente: com as patas traseiras pra cima e as frontais pra baixo, parecendo uma gangorra travada (pq o carrapato foi encontrado acima da anca direita dele); Carol o mantém estático, praticamente o impede de fazer o movimento de respirar, como se qualquer balançada do rabo cotocudo dele fizesse o bicho, que tá literalmente colado no couro perto da bunda, pular e sair correndo fugindo com todo o sangue do meu irmão... coitadinho, eu também já passei por situações tão humilhantes quanto - que não vem ao caso agora - mas essas mães de peludos são tão exageradas... Ela garante que é preocupação e excesso de zelo. Eu diria que ela é meio Pepe Le Gambá com a gente - googleia aí, que eu não vou explicar agora, isso fica para um outro post. Voltando: Fabiano: ''Nossa...é grande mesmo.'' Carol mais surtada ainda: ''LIGEIRO, PEGA PAPEL HIGIÊNICO, PRECISO ARRANCAR DAQUI...AI MEU DEUS''. Feito. Ela tira o animal peçonhento, passa álcool ali, espreme um pouco, passa mais álcool - nessa hora Conan já não deve sentir mais nem as patinhas traseiras, nem a anca e passo a ter pena dele -, ela limpa de novo, passa nebacetin, pega ele no colo que nem bebê e: ''prooonto, meu bem...já passou..'' Paro de ter pena dele e me revolto: 'oi? ele já tem 5 anos!? e cada ano canino equivale a tipo 7 dos humanos, então ele já é tipo um adulto, não!?' - eu já disse que sou MTO ciumento? Passada a crise de ciúmes minha, eu entendo a situação: se esse carrapato estiver contaminado o Conan tá ferrado. E é aí que entra em cena o 'teste da bolinha'. Mini flash back pra entender: Quando o Conan ficou doente daquela vez, a Carol percebeu quase tarde demais. Como ele é preguiçoso, dengoso, carente, dependente, totalmente o oposto de mim, e obcecado por bolinhas, naquele dia ela nem deu tanta bola quando a gente acordou e ele ficou dormindo até beeeem mais tarde. Em dado momento ela reparou que ele estava ''preguiçoso demais'' e resolveu dar uma ''acordada'' nele com a bolinha. Conan pode estar ferrado no sono, comendo, fazendo xixi/cocô ou qualquer outra coisa importante pra ele, mas falou bolinha por perto, pronto: se transforma no demônio-da-Tazmânia e sai correndo feito uma carreta desgovernada. Então ela falou bolinha e nada. Falou de novo, e nada. Repetiu mais algumas vezes e nada outra vez. Buscou uma bolinha e jogou nele: nenhum movimento. Alerta vermelho. Até eu e o Fabiano ficamos intrigados: é, acho que ele não está bem. E a Vet sentenciou: ''mais um dia e não sei se tu levarias ele de volta pra casa''. A coisa foi séria. Fiquei super com medo; Poderia ter sido eu!!! Já pensou? Tão pequenininho, tão magrinho, tão fofinho, tão...ali pra ser picado também...(sou um pouco egocêntrico, quase nem dá pra notar. Mas eu sei ser meigo: não aguentaria viver sem meu irmão, de quem eu roubaria a bolinha??? ;P) Voltando: Como agora ela já sabe que essa doença se manifesta entre 15 e 20 dias após a mordida, ela está dia sim e dia também fazendo o 'teste da bolinha' com ele. O que me deixa nervoso, pq sempre eu caio achando que é uma brincadeira de verdade de joga e pega, joga e pega, joga e pega e NÃO É! É infernal, é só pra ver se ele levanta e sai correndo de primeira! Nossa, fico puto. E com certeza ele mais ainda, já que é obcecado por joga e pega e quando escuta a palavra 'bolinha' - que ela faz questão de pronunciar em alto e bom tom CA-DA-SÍ-LA-BA-BEM-ASSIM - o alter-ego-Taz dele eclode e canta pra alma-cão-preguiça subir. Mas pelo menos até agora nada de doença. Graças a São Plutos.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

2014: estamos voltando e a familia aumentou.

Calma, eu explico: estamos voltando com as publicações e aumentamos de tamanho; aumentamos de idade; aumentamos de peso; aumentamos as fuzarcas; aumentamos nosso amor mutuo; enfim..aumentamos, todos, como a bela família que somos! Estamos voltando; aos poucos, mas voltando.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Arquivo de Infância

Fred foi um cachorro bem cachorro quando filhote. A cozinha do meu apartamento em Porto Alegre que o diga, foi alvo das sem-vergonhices dele por uma semana direto. Eu chegava em casa do trabalho e era como encontrar um kinder ovo gigante: abrir a porta era sempre uma nova e inacreditável surpresa...

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Isso aconteceu por uma única porém interminável semana.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O cão-gato

Fred tem um jeito bastante peculiar de ser. Ele é um ser dependente-independente, se é que vocês me entendem. Tipo: ele só vem no colo da gente se ELE estiver a fim; ele só deixa fazer carinho se ELE estiver a fim; ele só come quando ELE está a fim; ele só brinca com o Conan quando ELE está a fim e por aí vai...
Em resumo, é um cão que pensa que é gato. Até mesmo no sofá o lugar preferido é o mesmo dos felinos: o encosto do braço.





Pode?!

Conan Pós-Banho




Registro um banho bem sucedido.




Conan, ao contrário do Fred, não fica no lugar durante o banho. O único momento em que fica paradinho é na hora de secar na toalha. Durante as duchas ele vai deixando as patinhas escorregarem para os lados e vai abaixando a cabeça até parecer um tapete de banheiro: com as patas esticadas, o corpo quase colado ao chão e a cabeça de modo estranho encostando a ponta da fuça nas pocinhas de água que se formam....
É bizarro.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Em BSB

Estamos morando em Águas Claras, uma cidade satélite bem próxima do Plano Piloto. O apê é maior que o de Porto, o que nos deixa bastante felizes já que temos um espaço bem bom pra correr e brincar. Por isso a Carol sempre diz: "Depois que chegamos, o tapete da sala nunca mais ficou no lugar..."

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Últimas de Porto Alegre

Então, nossos últimos dias em Porto foram bons. Ficamos na casa da Molly - a pintcher dos pais da Carol - e foi bem divertido. Tínhamos um espação só pra nós!

Mas foram apenas duas semaninhas e passou voando, quando nos demos por conta já estávamos trancados numa caixa gigante, bastante chapados e indo para o que seria nossa primeira viagem de avião.


OiE




Olá!!!!!!!
Estamos tentando voltar aos posts..
Aconteceu muita coisa de agosto de 2010 pra cá: mudamos pra Brasília, o Fabiano trabalhando a milhão por causa das eleições, a Carol meio perdida sem saber pra que lado correr e nós dois atiradinhos às tracinhas e assim nosso blog ficou às escuras, sem nenhuma linha.
Tentaremos fazer um balanço de 2010 então, para depois começarmos 2011 de blog atualizado e com novidades!

:*** pra todos!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Atrasos

Sim, pessoas, nós sabemos: "cadê as atualizações?"
É que andamos com tanta confusão na cabeça que o bloguinho ficou atiradinho às tracinhas.... desculpem.

Logo estaremos efetuando as devidas atualizações.

Nota da Carol: os doguinhos andam tão tristinhos nesses dias de chuva, que ninguém pode imaginar. Tadinhos, ficam pendurados na janela, olhando pra fora, na esperança de poderem passear e fazer xixi, mas como? Não para de chover. Já são dois dias sem poder por o focinho na rua... Conan vai na janela e chora baixinho, que chega a dar peninha.
Fred não sente tanto, ele já é totalmente acostumado com esse "ritmo" do inverno - usa o jornal e não se estressa com isso, a não ser com o fato de ficar sem passear.
Oremos por dias sem chuva, ao menos.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

"Guitchi" na bunda!!!

Pinguinhos de cachorro foram fazer vacina no sábado. Polivalente e Anti-rábica. Conan, foi tranquilo, deu uma 'miadinha' mas tudo bem; já Fredinho....
Primeiro: ele acabou levando 4 picadas - sim, a vet errou as 2 primeiras tentativas.
Depois: assim que tomou as vacinas, uns 5 minutos mais tarde, começou a vomitar, ficou absurdamente mole a ponto de não conseguir sequer ficar sob as 4 patas, as pálpebras completamente brancas - ou seja, ficou "pálido". O doguinho ficou tão molengo que acabou fazendo cocô no momento em que a vet pegou ele no colo pra examinar, ou seja, sujou todo o jaleco dela...nossa, foi uma situação muito estranha. E bastante preocupante, já que a própria vet ficou preocupada - nesse momento vimos que a coisa era realmente séria.
A princípio, pensamos que era um choque anafilático - mas se fosse isso ele ficaria duro e estaqueado, e não frouxinho, frouxinho como ficou, então achamos que era 'reação da vacina', mas a vet disse que as reações não dão assim "tão rápido". Daí a pergunta: "pelo amor de deus, o que está acontecendo afinal???" A vet não sabia.
Ficamos na pet por mais de hora aguardando o Fredinho reagir.
Quando demonstrou uma reagida, fomos embora. Pouco tempo depois, Fred vá tomar água, tava numa sede...bom, "água hidrata". Não demorou muito Fred recomeçou com os vômitos: foram duas lagoas com aparência de clara-de-ovo. Bebia água e colocava tudo fora. Recomeçou a ficar apático de novo. Medo.
Ligamos pra vet, medicamos Plazil em gotas, e ele deu uma melhorada novamente.
Voltamos pra casa. Já no caminho de casa, percebi que ele ainda apresentava mais dois sintomas curiosos: 1. as orelhas estavam grossas, com uma espécie de 'nódulos' estranhos, eram bolotas bem próximo do ouvido, estavam quentes, muito quentes por sinal, quando tocávamos ele se esquivava - acho que sentia dor, já que nem chacoalhar como os cachorros fazem com a cabeça ele não conseguia: fazia em "câmera lenta"... 2. os cantos dos olhos apresentavam umas "bochinhas gelatinosas" na parte branca do olho, na hora achei que fossem lágrimas, mas pareciam pedacinhos de gelatina incolor aglomerados ali.
Ainda bem que isso durou apenas por um dia e meio, no Domingo à noite ele já estava bem melhor. Hoje está novo outra vez.
Gente, não sei o que eu faria se tivesse acontecido algo de maior gravidade.. Acho que eu infarto se alguma coisa de ruim acontecer com meus dois pequenos. E com meu grandinho também.
:***